01
Objetivo errado na campanha
As campanhas pediam à Meta "mostre para muita gente". A Meta obedeceu: entregou milhões
de exibições baratas para quem tinha menos chance de interagir. Exibição é o que se compra mais barato — e o que
menos vale.
Corrigido: uma campanha por objetivo, pedindo visita ao perfil e engajamento na publicação.
02
Estados no lugar errado do mapa
Paraíba e Paraná estavam dentro dos conjuntos da região Norte, gastando cerca de
R$ 220 por dia fora da praça certa e disputando leilão contra os próprios conjuntos Sul e Nordeste.
Tocantins não recebia anúncio em conta nenhuma.
Corrigido: 10 blocos regionais refeitos, os 26 estados e o DF cobertos.
03
As campanhas competiam entre si
Várias campanhas na mesma conta miravam o mesmo público, no mesmo estado, ao mesmo tempo.
No leilão da Meta isso significa dar lance contra si mesma — e pagar mais caro pelo mesmo espaço.
Corrigido: duas contas com funções separadas, sem sobreposição de público.
04
Criativos caros mantidos no ar
27 anúncios seguiam rodando com curtida saindo entre R$ 3,81 e R$ 104,95. Não havia
corte por desempenho: o que subia, ficava — gastando junto com os que funcionavam.
Corrigido: 11 criativos cortados de imediato e rotina de teste com regra de corte.
05
Stories consumindo verba de engajamento
Em campanha de curtida e comentário, o Stories levava perto de 30% do gasto e não gerava
curtida nenhuma — o formato não tem onde curtir. Verba morta, todos os dias.
Corrigido: Stories desligado no engajamento e mantido onde entrega visita ao perfil.
06
Vídeo comprado pelo preço errado
A campanha de vídeo pagava R$ 0,75 por visualização com 1 segundo de atenção média.
Um segundo não é assistir — é o tempo de passar o dedo pela tela.
Corrigido: hoje o vídeo assistido sai a R$ 0,01, com 22 segundos de atenção média.